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DIFICULDADE DE EREÇÃO |
12 PERGUNTAS QUE TODO HOMEM PRECISA
FAZER AO MÉDICO SOBRE A DIFICULDADE DE EREÇÃO |
A dificuldade de ereção ainda é um tabu, que faz com que milhares de homens se
sintam envergonhados em procurar ajuda médica. A dúvida de muitos homens é "como
abordar o problema com o médico?" E a melhor solução é ser franco e direto sobre
o assunto. O médico é a pessoa ideal para se conversar sobre dúvidas sexuais,
incluindo a dificuldade de ereção. Ele irá avaliar o quadro do paciente e irá
prescrever o tratamento mais adequado. Abaixo, algumas perguntas que todo homem
deve fazer para tirar todas as dúvidas a respeito do problema.
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1- Porque estou tendo problemas de ereção?
A disfunção erétil é um problema comum a muitos homens no Brasil e no mundo e
está ligada a fatores orgânicos e psicológicos. Se o homem tiver alguma doença
como hipertensão, colesterol, diabetes e depressão, as chances de apresentar
disfunção erétil aumentam significativamente. Entre as causas psicológicas se
destacam a ansiedade, medo de falhar, baixa auto-estima, etc. |
2- O stress pode influenciar no meu desempenho sexual?
Sim, o desempenho
sexual está intimamente relacionado à qualidade de vida. Quem leva uma vida
muito agitada, submetido a pressões, cansaço, rotina pesada, etc, pode ter a
vida sexual prejudicada, inclusive com o surgimento da dificuldade de
ereção.
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3- As causas do meu problema podem ser somente de natureza
psicológica?
Sim, estima-se que em grande parte dos casos no Brasil, a
dificuldade de ereção seja de origem psicológica. Entre os principais fatores
psicológicos estão a ansiedade do homem em relação ao desempenho sexual,
conflitos conjugais, problemas com a auto-imagem, baixa auto-estima, stress,
problemas com o meio social ou profissional, fatores de desenvolvimento e
educação (crenças sexuais errôneas), transtornos psiquiátricos (depressão,
ansiedade, psicoses) e outros transtornos sexuais e de identidade sexual. |
4- Qual a melhor forma de resolver o meu problema?
Procurar ajuda de um
médico ou de um psicoterapeuta é a melhor solução. Somente um profissional
poderá avaliar o quadro clínico do paciente e indicar o tratamento mais
adequado. Atualmente, existem opções de tratamento seguras e eficazes, sendo o
mais usado deles o tratamento com medicamentos orais, que apresentam níveis de
eficácia superiores a 80%. Além disso, a dificuldade de ereção pode ser tratada
com injeções e próteses penianas. |
5- Se eu usar os remédios, com certeza vou curar minha
doença?
Atualmente, não existe cura para dificuldade de ereção,
dependendo de sua causa, mas o problema pode ser tratado com os medicamentos
disponíveis no mercado, que são altamente eficazes. |
6- Eu preciso mesmo tomar um medicamento ou posso resolver meu problema sozinho
e ter ereção novamente?
A dificuldade de ereção ainda é encarada com
muito preconceito e um grande número de homens considera que o uso de
medicamentos é uma prova de que ele tem um problema sexual e isso os faz se
sentirem menos homens. Mas o tratamento com orientação de um médico é sempre a
melhor maneira de resolver o problema. Só ele pode avaliar o grau da disfunção
erétil e recomendar o tratamento apropriado, seja medicamentoso ou psicológico. |
7- Se eu tomar um medicamento, quanto tempo vou ter de ereção?
O efeito
varia de acordo com o medicamento. Pode ser de 4 a até 36 horas, tempo de ação
de Cialis. Quanto maior o efeito do medicamento, mais liberdade o casal terá
para escolher o melhor momento da relação sexual. É importante lembrar que a
ereção só ocorre mediante estímulo sexual e que esses medicamentos não podem ser
usados por pessoas que tomam medicamentos a base de nitrato ou por pessoas em
que qualquer atividade física, incluindo sexo, possa ser desaconselhada. |
8- Como posso conversar com a minha parceira sobre o meu problema?
Falar
francamente é o melhor caminho. O envolvimento da parceira é fundamental no
tratamento, afinal é um problema que afeta a vida a dois. As mulheres estão
dispostas a ajudar o parceiro a procurar ajuda e resolver a questão. |
9- Quais são as principais contra indicações dos medicamentos que combatem a
dificuldade de ereção?
Os medicamentos são geralmente bem tolerados, mas
somente um médico pode avaliar se um paciente deve ou não usá-los. A
contra-indicação absoluta é para quem usa algum medicamento a base de nitrato,
indicados para o tratamento da angina e infarto do miocárdio. Neste caso, não se
deve usar nenhum medicamento para dificuldade de ereção da classe dos inibidores
da PDE5 (tadalafila, sildenafila ou vardenafila). |
10- Durante o tratamento, posso sentir alguns efeitos colaterais?
Os
efeitos colaterais relacionados ao uso dos medicamentos para dificuldade de
ereção geralmente são leves, passageiros e desaparecem logo no início do
tratamento. Os principais são: rubor facial, dor de cabeça, dor muscular e
congestão nasal. |
11- Vou ter problema de ereções pelo resto da vida?
Se a disfunção erétil
for de origem psicológica, o tratamento psicoterápico pode resolver o problema e
fazer com que o homem se sinta seguro e confiante em relação a sexualidade. Se
as causas da doença forem orgânicas, é preciso avaliar o quadro clínico do
paciente. É possível que as doenças associadas à disfunção erétil, como
hipertensão, diabetes, colesterol, e hábitos como o tabagismo, etc, tenham
causado danos ao sistema circulatório, que entre outras funções, controla as
ereções. Nesse caso, a dificuldade de ereção é caracterizada como um problema
crônico e se estenderá pelo resto da vida, devendo ser tratada com orientação de
um médico. |
12- Vou voltar ao normal se usar algum medicamento para dificuldade de
ereção?
O tratamento com medicamentos faz com que o homem seja capaz de
ter relações sexuais normalmente. Sob efeito do medicamento, sempre que houver
um estímulo sexual, o homem terá uma ereção. O tempo de ação do medicamento
também ajuda o homem a se sentir como era antes do surgimento do problema.
Quanto maior for o efeito, mais liberdade o casal terá para escolher o melhor
momento para a relação sexual, sem se sentir pressionado e preocupado com o fim
do efeito da pílula. Assim, o casal não precisa programar as relações sexuais e
podem curtir momentos a dois, namorar, relaxar, fatores que também contribuem
para um bom relacionamento. |
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