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PRIMAVERA É A ESTAÇÃO DAS FLORES |
| e também da Rinoconjuntivite Alérgica, desencadeada pelo pólen |
A primavera é a época de maior incidência de rinoconjuntivite alérgica, uma
mistura de rinite com conjuntivite que resulta da inflamação da mucosa do nariz
e da mucosa dos olhos. Difícil de prevenir, a rinoconjuntivite se intensifica na
estação das flores, por conta do aumento da presença de pólen no ar.
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A doença se caracteriza por espirros freqüentes, obstrução nasal, coceira no
nariz e nos olhos, lacrimejamento e inchaço das pálpebras. Geralmente de origem
genética, tem sintomas parecidos com o de um resfriado, mas não causa febre,
cansaço ou mal-estar.
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De acordo com Maria Teresinha Soares Rocha Malheiros, alergista do Hospital
Prof. Edmundo Vasconcelos, não existe cura para esse ou outros tipos de
alergias, sendo possível apenas controlar os sintomas. Entretanto, se bem
orientado e tratado, o paciente pode não apresentar nenhum tipo de reação. |
O tratamento para a rinoconjutivite inclui os colírios antialérgicos e os
medicamentos antialérgicos ministrados por via oral, o que deve ser feito sempre
com o auxílio de um especialista. |
Na infância, observa-se que o sexo masculino é mais afetado pela alergia. Na
fase adulta, a incidência é a mesma em ambos os sexos. O problema pode ser
identificado nos primeiros anos de vida, mas em geral ganha força com o avanço
da idade. As crianças com sintomas mais intensos podem apresentar distúrbio do
sono, irritabilidade e até perda de rendimento escolar. |
Além da rinoconjuntivite alérgica primaveril, provocada por pólens das flores,
árvores e gramíneas, é freqüente em cidades com pouca distribuição de flores a
rinoconjuntivite alérgica persistente, que ocorre durante o ano todo. Neste
caso, os fatores que causam os sintomas com mais freqüência são: ácaros,
presença de animais domésticos e fungos. Poluição, fumaça de cigarro e até
produtos de limpeza e higiene também ajudam a piorar o problema. |
Muitas vezes, apenas cuidados ambientais já evitam a manifestação dos sintomas
da rinoconjuntivite alérgica persistente. Medidas simples em sua casa podem
diminuir a presença de agentes alergênicos e irritantes. |
CUIDADOS DENTRO DE CASA |
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Retirar do ambiente os objetos que possam acumular pó, como carpete, tapetes,
cortinas e brinquedos de pelúcia. |
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Revestir colchões e travesseiros com capas específicas para alérgicos. |
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Evitar que o alérgico permaneça no local durante a limpeza do ambiente. |
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Se
o alérgico precisar realizar a limpeza, utilizar máscara protetora. |
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Evitar
a presença de animais de estimação no mesmo ambiente do alérgico. |
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